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Fundação Oswaldo Cruz
Escola Nacional de Saúde Pública

"Médicos, psicanalistas e loucos: uma contribuição à história da psicanálise no Brasil"
Carlos Fidelis da  Ponte

Dissertação apresentada com vistas à obtenção do Título de Mestre

Orientador: Maria Helena Machado
Data de entrega: Outubro de 1999

    RESUMO
    CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO
    CAPÍTULO 2 - REFERENCIAIS TEÓRICO- METODOLÓGICOS
    CAPÍTULO 3 - A PSICANÁLISE E A MEDICALIZAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA
    CAPÍTULO 4 - A PSICANÁLISE NOS MARCOS DO PROFISSIONALISMO
    CAPÍTULO 5 - A CRISE DE UM MODELO
    CAPÍTULO 6 - CONCLUSÕES
    CAPÍTULO 7 - FONTES E BIBLIOGRAFIA
    CAPÍTULO 8 - ANEXO 1
    CAPÍTULO 9 - ANEXO 2
    CAPÍTULO 10 - ANEXO 3
    CAPÍTULO 11 - ANEXO 4
    CAPÍTULO 12 - ANEXO 5
    CAPÍTULO 14 - ANEXO 6

Resumo:
O trabalho tem como objeto a constituição e o desenvolvimento do campo psicanalítico no Brasil do início do século XX até o começo dos anos oitenta. A abordagem focaliza de modo privilegiado os processos de institucionalização e profissionalização da psicanálise, não se detendo, entretanto, a aspectos relacionados à epistemologia do saber analítico enquanto disciplina. Orientada, em suas linhas gerais, pela perspectiva da sociologia das profissões e pelos estudos de Pierre Bourdieu e Robert Castel, a dissertação divide-se em duas grandes partes distribuídas em seis capítulos. A primeira delas trata das condições ambientais encontradas pela psicanálise no país e de sua assimilação pela tradição científica local. A segunda refere-se à criação das sociedades filiadas à Associação Psicanalítica Internacional, à formação de um mercado para este saber, à tentativa de sua circunscrição ao âmbito da medicina e às estratégias postas em prática pelos grupos que passaram a disputar seu controle.


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