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Fundação Oswaldo Cruz
Escola Nacional de Saúde Pública

"Associações de usuários e familiares frente à implementação da política de saúde mental no município do Rio de Janeiro"
Waldir da Silva  Souza

Dissertação apresentada com vistas à obtenção do Título de Mestre

Orientador: José Mendes Ribeiro
Data de entrega: Julho de 1999

    RESUMO
    CAPÍTULO 1 - A TÍTULO DE INTRODUÇÃO
    CAPÍTULO 1 - PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E CONCEITOS
    CAPÍTULO 2 - ESTADO CONTEMPORÂNEO, POLÍTICAS PÚBLICAS E WELFARE :CIDADANIA DETERIORADA OU GOVERNANCE SANEADA?
    CAPÍTULO 3 - POLÍTICA SETORIAL :A REFORMA PSIQUIÁTRICA E O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO
    CAPÍTULO 4 - ASSOCIAÇÕES CIVIS :ALGUMAS EXPERIÊNCIAS NA SAÚDE MENTAL
    COMENTÁRIOS E PERSPECTIVAS :À GUISA DE CONSIDERAÇÕES FINAIS
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    ANEXO I
    ANEXO II
    ANEXO III

Resumo:
No cenário social o Movimento da Reforma Psiquiátrica brasileira introduziu na agenda das políticas públicas o tema da desinstitucionalização, assim como a proposta de mudança no modelo de atenção à saúde mental. O Movimento deflagrou transformações políticas, sociais e culturais no lidar com a loucura. O presente estudo analisa a ação política de três associações de usuários e familiares, a Associação de Amigos, Familiares e Doentes Mentais do Brasil (AFDM), a Sociedade de Serviços Gerais para a Integração pelo Trabalho (SOSINTRA) e a Associação dos Parentes e Amigos da Colônia Juliano Moreira (APACOJUM), interpretadas enquanto grupo de interesses em uma arena específica, o Conselho Municipal de Saúde do Rio de Janeiro. As associações apresentam, como essência central, uma ação política na qual difundem a construção de identidades democráticas no marco das instituições representativas, com a constituição de formas coletivas de solidariedade e de ajuda mútua. Representam segmentos sociais que até então encontravam-se excluídos do debate, ou da possibilidade de participar diretamente no processo decisório sobre a formulação e implementação das políticas públicas de saúde/saúde mental, campo este largamente dominado pelo discurso técnico. Assim, buscam influenciar na implementação e execução das políticas nas instâncias colegiadas definidoras do rumo destas, com a apresentação de propostas e da defesa de seus interesses, funcionando como inputs para os policy-making.


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