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Fundação Oswaldo Cruz
Escola Nacional de Saúde Pública

"A saúde sob custódia: um estudo sobre agentes de segurança penitenciária no Rio de Janeiro"
Ana Sílvia Furtado  Vasconcelos

Dissertação apresentada com vistas à obtenção do Título de Mestre.

Orientador: Carlos Minayo Gomez
Data de entrega: Julho de 2000

    RESUMO
    INTRODUÇÃO
    CAPÍTULO 1 - O DILEMA DA INSTITUIÇÃO PRISÃO
    CAPÍTULO 2 - AGENTE DE SEGURANÇA PENITENCIÁRIA - ASP :UMA OPÇÃO?
    CAPÍTULO 3 - A SAÚDE SOB CUSTÓDIA
    CONSIDERAÇÕES FINAIS
    REFERÊNCIAS

Resumo:
O presente trabalho focaliza a categoria de Agentes de Segurança Penitenciária - ASPs, no Rio de Janeiro, com o intuito de analisar a problemática de saúde desses trabalhadores. Trata-se de um estudo de cunho qualitativo, onde se buscou conhecer o trabalho, realizado em situação de confinamento, e os principais agravos sofridos em decorrência da atividade. Observou-se que o fundamental no trabalho do ASP é impedir que haja fugas e rebeliões nas unidades prisionais, usando como recurso práticas repressivas. Para imprimir tal ação, o trabalhador do sistema penal não é treinado adequadamente, constatando-se a falta de preparo para lidar com as exigências do cotidiano. Como agravante, todo o trabalho do ASP é permeado pelo fenômeno da violência, que transforma e invade os sujeitos, introjetando em suas vidas a angústia e o medo em serem identificados como agentes da violência. O Departamento do Sistema Penal do Rio de Janeiro - Desipe, carece de uma política de formação profissional e de mecanismos que assegurem um acompanhamento na realização das tarefas. Nota-se também a carência de serviços de atenção à saúde, capazes de prevenir ou minorar o sofrimento desse grupo de trabalhadores.


Palavras-chave:
prisão; confinamento; condições de trabalho; saúde; violência

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